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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Dor . . .


. . . é tudo aquilo que dá vontade de dizer "ai " lá de dentro do peito, seja topada, perda, cascudo ou abandono. 

Adriana Falcão in Pequeno Dicionário de Palavras ao Vento.
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Dengo . . .


. . . a vontade súbita de ter uma avó por perto.
Adriana Falcão , in Pequeno Dicionário de Palavras ao Vento.
Imagem Google

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Mais selinhos !


Este ganhei da Pathy, comemorativo dos 600 seguidores.
Parabéns, querida, fico aqui me perguntando: quando terei
600 seguidores? Espero em breve!
Beijo grande e obrigada.



Pequeno dicionário de palavras ao vento...





"Para bebê, colo de mãe.
Para mãe, riso de filho.
Para os cabelos, vento.
Para chuva, pára-brisa.
Para brisa, rede.
Para os olhos, paraísos.
Para isolados, visita.
Para visita, atenção.
Para teimosia, não.
Para adolescente, chão.
Para adulto, ser criança.
Para sobreviver, trabalho.
Para trabalho, pagamento.
Para pobreza, justiça.
Para cima, elevador.
Para baixo, tobogã.
Para casados, liberdade.
Para solteiros, companhia.
Para companhia, uma boa pessoa.
Para pessoas em geral, alegria.
Para coisas, nomes.
Para menina, cor-de-rosa.
Para flor, um regador.
Para dor, anestesia.
Para prazer, suspiros.
Para as mãos, apertos.
Para os pés, descanso.
Para o cansaço, sono.
Para mertiolate, sopro.
Para agonia, calma.
Para a alma, céu.
Para um corpo, outro.
Para a boca, beijo.
E comida para todos."
Adriana Falcão 
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pessoas especiais


Hoje, manhã cedo, passeando pelos blogs, recebi este post/presente da querida amiga Tays Rocha, de tanto tempo...virtual, mas real, que está maluquinha pra me abraçar ( e eu também ), e tomar suquinho de acerola aqui, no quintal do ateliê. Convido  todos (as) para uma espiadinha no blog desta querida, a Tays.
Obrigada, amiga, por me colocar em lugar de destaque, entre as pessoas que realmente importam em sua vida.
Beeeeijooooooo
Clau

Nel blu dipinto di blu





Penso che un sogno così non ritorni mai più
Mi dipingevo le mani e la faccia di blu
Poi d'improvviso venivo dal vento rapito
E incominciavo a volare nel cielo infinito
Volare, oh, oh!
Cantare, oh, oh, oh, oh!
Nel blu, dipinto di blu
Felice di stare lassù
E volavo, volavo felice più in alto del sole ed ancora più su
Mentre il mondo pian piano spariva lontano laggiù
Una musica dolce suonava soltanto per me
Volare, oh, oh!
Cantare, oh, oh, oh, oh!
Nel blu, dipinto di blu
Felice di stare lassù
Nel blu, dipinto di blu
Felice di stare lassù

 Domenico Modugno
Imagem Google

Uau!


‎"Não fale, não conte detalhes, não satisfaça a curiosidade alheia. 
A imaginação dos outros já é difamatória que chegue.

 Marta Medeiros
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